.png)
Apaixonado pela Psicanálise, e um eterno estudante da minha mente inconsciente. Pois só trilhando a minha estrada, que serei capaz de ajudar meus pacientes a trilharem as deles!

TRATAMENTOS E SINTOMAS
1
DEPRESSÃO
A depressão apresenta além das alterações de humor ou irritabilidade, ansiedade e angústia ela possui diversos sinais e sintomas, que podem ser isolados ou somados. Os principais sintomas da depressão são:
-
irritabilidade, ansiedade e angústia;
-
desânimo, cansaço fácil;
-
diminuição ou incapacidade de sentir alegria e prazer ;
-
desinteresse, falta de motivação e apatia;
-
sentimentos de medo, insegurança, desesperança, desespero e desamparo;
-
sensação, inutilidade, ruína e fracasso;
-
diminuição do desempenho sexual;
-
insônia ou despertar matinal precoce;
-
dores e outros sintomas físicos não justificados por problemas médicos
2
ANSIEDADE
Coração acelerado, mãos suando e muita preocupação. Estes são sinais típicos de ansiedade, um sentimento natural diante de certas situações importantes da vida. No entanto, algumas pessoas se sentem ansiosas sem motivo e com muita frequência, a ponto de atrapalhar as atividades do dia a dia. Isso pode significar que elas têm um transtorno de ansiedade.
Quando a ansiedade se torna um problema médico, ela pode se manifestar de diversas formas:
· Transtorno de ansiedade generalizada;
· Transtorno de pânico;.
· Fobia social;
· Fobia específica.
3
TERAPIA DE CASAL
Uma boa relação conjugal não se baseia numa fórmula mágica que resolve todos os problemas num estalar de dedos. Por isso, um relacionamento pode ser bem complicado. Em certos momentos, o casal encontra-se perdido sobre o que fazer para melhorar a relação. E, nesses casos, poderia lançar mão da terapia de casal.
A terapia de casal se apresenta como ferramenta que auxilia na mediação e intervenção na resolução de problemas.
Buscar tratamento com um terapeuta de casais pode melhorar a relação do casal e, até mesmo, evitar um divórcio.
A terapia de casal funciona, sendo uma psicoterapia que os casais buscam para:
-
identificar os problemas conjugais;
-
expressar as opiniões sobre o relacionamento; e
-
lidar com questões, assuntos e situações que estão interferindo, de maneira negativa, no relacionamento conjugal.

4
TDAH - ADULTOS
Estudos mostram que 60 a 70% das crianças diagnosticadas com TDAH continuam a apresentar sintomas na vida adulta. O TDAH na idade adulta é um conceito relativamente novo. Durante muitos anos, o TDAH foi considerado um problema apenas da infância. Acreditava-se que os sintomas começavam a desaparecer na puberdade e diminuíam ao longo da adolescência. Porém nos últimos anos, o TDAH em adultos passou a ser considerado um diagnóstico válido. O TDAH não tratado pode causar inúmeros problemas, especialmente afetivos e emocionais. O TDAH no adulto pode ser tratado e gerenciado da mesma forma que nas crianças. Com a assistência adequada, eles podem ter uma vida produtiva e de sucesso.
5
BURNOUT
Síndrome de Burnout ou Síndrome do Esgotamento Profissional é um disturbio emocional com sintomas de exaustão extrema, estresse e esgotamento físico resultante de situações de trabalho desgastante, que demandam muita competitividade ou responsabilidade.
Qual a diferença entre burnout, depressão e estresse?
Burnout: é resultante de estresse crônico e necessariamente tem origem no ambiente de trabalho; Depressão: é uma doença psiquiátrica crônica, que afeta pessoas de todas as idades; Estresse: é uma reação fisiológica automática do corpo a circunstâncias que exigem ajustes comportamentais.
6
AUTOMUTILAÇÃO
A automutilação é um comportamento que envolve a dor e o significado dessa percepção para a pessoa que a busca ativamente.
Diferente de alguém que se machuca num acidente, a pessoa que causa ferimentos em si mesma busca essa sensação dolorosa ou algum de seus efeitos.
E essa costuma ser uma demanda por alívio, mesmo que isso soe paradoxal para muitos de nós.
A automutilação ou cutting, em inglês, é uma prática que pode ser muito comum para adolescentes de diferentes idades e contextos sociais.
Ligada a automutilação a pessoa pode começar a se isolar do convívio social, passar a maior parte do tempo em seu quarto, e pouco interagir com familiares e amigos.
Isso pode estar ligado a baixa autoestima e a presença de pensamentos negativos sobre si, o futuro, o mundo e as pessoas.

7
DEPENDÊNCIA QUÍMICA
A terapia ajuda o dependente a mergulhar nas profundezas de sua mente para tratar o gatilho principal que o faz usar.
Normalmente esses gatilhos nem sempre são conhecidos ou identificados rapidamente pelos usuários, contudo, ao longo do processo, os caminhos mentais que ambos percorrem, podem surpreender o paciente e ajudá-lo a se transformar.
Conjuntamente a terapia medicamentosa e o acompanhamento de um psiquiatra é importante para avaliar o quadro do usuário e a evolução do tratamento. Assim as fissuras e abstinências são administradas e o paciente pode ter conforto em se tratar, já que a sensação ruim provocada pela falta da substância é administrada pelo medicamento.
8
INSÔNIA
A insônia é um distúrbio do ciclo do sono, e por isso, é problema sofrido por muitas pessoas no mundo todo. Ela afeta o humor, a capacidade de raciocínio e a produtividade. Além disso, impede que o corpo realize funções essenciais que só acontecem durante a noite e, portanto, constitui um fator de risco para doenças.
a insônia pode se manifestar por diversas razões, como estresse, ansiedade, depressão, dor crônica e uso de certos medicamentos.
Existem diversas causas que podem gerar a insônia. Nem sempre essas causas são perceptíveis no dia a dia de quem passa por essa alteração no sono. Por isso, a investigação mais aprofundada da causa deve ser feita e tratada com acompanhamento de especialistas.
9
TRANSTORNOS DE PERSONALIDADE
Transtornos de personalidade podem ser caracterizados por um grupo de alterações psicológicas e psiquiátricas que comprometem o normal desenvolvimento das relações interpessoais.
Ao sofrer de um transtorno de personalidade, o indivíduo não se consegue adaptar às diferentes situações da vida quotidiana, já que a sua personalidade se torna inflexível e funciona de forma distorcida.
Pessoas que sofrem com algum transtorno de personalidade sentem enorme dificuldade em adaptar-se a determinadas situações do dia a dia. Em geral, seu comportamento causa sofrimento e incômodo a eles próprios e a todos que convivem com o indivíduo.

10
COMPULSÕES
Compulsão é quando dispomos de um desejo, uma vontade incontrolável de fazer alguma coisa, uma obsessão ou repetição exagerada. Normalmente esse comportamento está associado ao indivíduo obter alívio de algum sofrimento, um escape para uma determinada situação ou emoção. A pessoa que possui esse tipo de comportamento descontrolado pode estar tentando compensar sentimentos de ansiedade, angústia, afastar alguma ameaça ou mesmo procurando obter prazer ou satisfação. Existem inúmeros tipos de compulsões, mas as mais conhecidas e frequentes são aquelas por cigarro, álcool, sexo, comida, compras, jogos, celular, internet, etc.
11
RELAÇÕES TÓXICAS
Ao contrário de um relacionamento saudável, um relacionamento tóxico traz dor e sofrimento, às vezes sem que saibamos identificar sua origem.
Num relacionamento tóxico não há respeito e compartilhamento da vida, há uma tentativa de controle através da manipulação emocional.
Um relacionamento tóxico tem como uma de suas características um ciclo de abusos.
Rebaixar a pessoa e suas conquistas, seus desejos e opiniões é um comportamento constante, assim como o ciúme exacerbado.
O ciclo de abusos transita em fases de violência, que pode ser psicológica, material, ou física, e períodos de arrependimento em que o abusador se desculpa, pede perdão e promete nunca mais repetir o abuso.
Isso cria uma dinâmica de vai e vem na relação que desestabiliza emocionalmente a pessoa vítima de um relacionamento tóxico.
12
PSICOPATOLOGIAS
Psicopatologia é uma área do conhecimento que objetiva estudar os estados psíquicos
relacionados ao sofrimento mental. É a área de estudos que está na base da psiquiatria, cujo enfoque é clínico. encontram-se em suas bases as disciplinas biológicas e as neurociências, e por outro se constitui com inúmeros saberes oriundos da psicanálise, psicologia, antropologia, sociologia, filosofia, linguística e história.
Pode-se considerar a psicopatologia um campo de pesquisa principalmente de psicanalistas, psiquiatras e de psicólogos clínicos.

13
AUTOCONHECIMENTO
O autoconhecimento é a tomada de consciência do indivíduo a respeito de si mesmo. Sem se conhecer, as pessoas vivem na ignorância de suas potencialidades e deixam passar grandes oportunidades por medo ou falta de confiança em suas capacidades.
Através do exercício de autoconhecimento é possível:
-
Olhar para si próprio como realmente é, ao invés de como os outros o veem;
-
Ouvir os seus desejos e vontades;
-
Reconhecer os seus objetivos de vida, sendo capaz de lutar para que eles se concretizem;
-
Conhecer o seu real valor, diminuindo o medo de ser incapaz;
-
Ser livre para ser quem realmente é, sem a necessidade de fingir ou omitir algo;
-
Diminuir a expectativa em relação às outras pessoas, reduzindo também a possibilidade de frustrações;
Estar aberto para se conhecer e reconhecer, sem ter a necessidade de se autojulgar
SAÚDE FÍSICA
E
SAÚDE MENTAL
Nossa saúde é influenciada pela interação entre os aspectos físicos e psicológicos. Uma boa saúde mental pode ajudar a manter a saúde física e vice-versa. Como psicoterapeuta, vejo o equilíbrio entre saúde mental e saúde física como fundamental para atingir o bem-estar e a felicidade.
Psicoterapia é um processo terapêutico em que o paciente é ajudado a entender seus problemas emocionais e encontrar soluções para eles. A psicoterapia pode ser uma ferramenta poderosa para ajudar o paciente a alcançar um equilíbrio entre saúde mental e física.
Uma abordagem integrada na psicoterapia significa que o terapeuta reconhece a interconexão entre a saúde mental e física do paciente. Isso é importante para ajudar o paciente a alcançar o equilíbrio e encontrar soluções que melhorem sua saúde geral.
14
15
NOMOFOBIA -
(MEDO DE NÃO TER OU PODER USAR O CELULAR)
Quando o uso excessivo do celular pode causar vício e problemas:
O uso abusivo dos smartphones pode gerar transtornos psíquicos, como ansiedade e, posteriormente, depressão. O transtorno já tem um nome: nomofobia, medo de ficar sem o celular. Longe do aparelho, o indivíduo fica ansioso, com a sensação de estar perdendo informações importantes, ou ainda excessivamente entediado.
Não há dúvidas de que o uso do celular e das redes sociais se tornou mais do que uma necessidade pessoal e profissional, mas também um importante fenômeno cultural da nossa sociedade. Por mais que os smartphones sejam ferramentas incríveis que facilitam a nossa vida, eles também têm suas desvantagens, principalmente para a saúde mental.
16
DISSONÂNCIA
COGNITIVA
Este não é um conceito novo, em 1957 Leon Festinger foi um psicólogo da cidade de Nova Iorque que se tornou famoso pelo desenvolvimento da Teoria da Dissonância Cognitiva, conceito psicológico
A dissonância cognitiva é um conceito que descreve o desconforto mental que uma pessoa sente quando possui crenças, atitudes ou comportamentos conflitantes.
A dissonância cognitiva é um sinal de que algo dentro de nós não está bem alinhado — e isso pode ser uma oportunidade de crescimento pessoal. Quando enfrentada com honestidade e consciência, ela pode levar a mudanças positivas e mais coerência entre quem somos e como vivemos.
Como a Dissonância Cognitiva se Manifesta?
Quando nossas crenças conflitam com evidências claras ou provadas por confirmação científica e tentamos justificar nossas incoerências ou crenças com frases ou ações como estas:
- Não é tão ruim assim, os estudos exageram;
- Ignorar informações que contradizem suas ações;
- Alguém que se considera honesto, mas mente em uma situação;
- Comprar algo caro por impulso e depois tentar justificar a compra para evitar o arrependimento;
- Um investidor que mantém suas crenças em um investimento que está performando mal, mesmo com evidências contrárias;
- Rejeitar um remédio ou vacina que podem salvar sua vida
17
Acolhimento no
Envelhecimento e Transição de Vida
A transição da própria casa para uma clínica ou casa de repouso é um dos momentos mais delicados da vida adulta e da terceira idade. A impossibilidade de permanecer sozinho em casa frequentemente desperta sentimentos profundos de perda, desamparo, luto pela autonomia e resistência ao novo ciclo. Nesse cenário, o trabalho psicanalítico surge não apenas como um suporte, mas como um espaço fundamental de aceitação, acolhimento e ressignificação.
O atendimento psicanalítico dedicado a pessoas internadas ou residentes nessas instituições busca resgatar a singularidade do indivíduo. Por trás da rotina institucionalizada e dos cuidados médicos, existe uma história de vida única, desejos, memórias e emoções que precisam de escuta e validação.
Como a Psicanálise Atua na Adaptação e na Terceira Idade
-
Elaboração da Perda e Aceitação: Auxílio no processo de luto pelo espaço da casa própria e pela rotina anterior, promovendo uma transição gradual e menos dolorosa para o novo ambiente.
-
Resgate da Identidade e Autonomia Emocional: Estímulo à manutenção da subjetividade e da história pessoal, lembrando que a pessoa não se reduz à sua condição física ou ao local onde reside.
-
Acolhimento da Dor e do Sofrimento: Espaço seguro e livre de julgamentos para expressar medos, angústias, frustrações e saudades.
-
Facilitação da Adaptabilidade: Suporte emocional para construir novas formas de vínculo, convivência e bem-estar na nova realidade.
Sobre o Profissional
Com mais de 30 anos de experiência na compreensão e mediação das relações humanas — acumulados tanto na dinâmica de grandes corporações quanto na clínica psicanalítica —, ofereço uma escuta empática, madura e profundamente qualificada.
Ao longo de três décadas, tenho me dedicado ao acompanhamento de adultos, adolescentes e idosos diante de seus sofrimentos emocionais, momentos de crise e desafios de adaptação às mudanças inevitáveis da vida. Cada atendimento é conduzido com o máximo respeito ao tempo e ao ritmo de cada sujeito, garantindo um acompanhamento humano e singular no ambiente em que o paciente se encontra.
Agendamento e Contato
Ofereço atendimentos presenciais em clínicas, casas de repouso e instituições, além de suporte e orientação aos familiares que acompanham esse processo de transição.

18
Apoio terapêutico para familiares
Ao internar um familiar, o cuidador não transfere apenas tarefas; ele transfere uma parcela da sua alma. Há um desfazer da construção de uma vida compartilhada. A casa fica mais vazia, a rotina se quebra e o papel que se exercia por anos – o de protetor, de cuidador, de presença constante – sofre um colapso.
É comum que os familiares sintam que estão "terceirizando" o amor. Mas a verdade que a psicanálise nos ensina é que cuidar de si mesmo para poder cuidar do outro não é egoísmo; é sobrevivência e inteligência emocional.
sentimento de abandono que o familiar projeta no ente querido internado, muitas vezes, é o reflexo do próprio abandono que ele sente de sua antiga identidade. A terapia oferece um espaço para:
- Ressignificar a decisão, entendendo-a como um ato de responsabilidade, e não de rejeição.
- Elaborar o luto da convivência diária, transformando a distância física em uma nova forma de presença afetiva.
- Confiar nos cuidados de terceiros sem anular a própria importância no bem-estar do paciente.
Confiança e Culpa: Os Dois Lados da Mesma Moeda
Transferir os cuidados a uma equipe especializada exige um salto de fé. A culpa surge justamente no hiato entre o "deveria fazer" e o "não posso mais fazer".
O acolhimento psicanalítico ajuda o familiar a perceber que a confiança na instituição e nos profissionais não diminui o amor que sente. Pelo contrário, é a materialização desse amor em forma de zelo: buscar o melhor recurso possível para quem se ama.
Apoio terapêutico para familiares significa:
- Desconstruir a ideia de que "abandono" é sinônimo de "internação".
- Construir uma nova narrativa onde a visita, o afeto e o acompanhamento médico são formas ativas de cuidado.
- Lidar com o olhar social e familiar, que muitas vezes julga sem conhecer a exaustão de quem cuida 24 horas por dia.
30 Anos de Experiência e uma Vivência Pessoal
Mais do que técnica, a psicanálise exige humanidade. Minha trajetória de mais de 30 anos, transitando entre a escuta clínica de adultos, adolescentes e idosos e o universo das grandes corporações, me ensinou que a pressão emocional não escolhe classe social ou idade.
No entanto, foi na vivência pessoal – vivenciando esta situação na própria pele, como familiar de quem precisou ser internado – que compreendi, na prática, a dor que estou descrevendo neste texto.
Sentir na carne o peso da assinatura do termo de internação, ouvir o silêncio do quarto vazio e aprender a confiar em mãos estranhas para cuidar de quem se ama não é uma teoria. É uma experiência visceral. É por isso que, ao atender familiares, minha escuta vai além da técnica: ela encontra o outro no mesmo lugar de fragilidade e força que um dia também ocupei.
Sei que:
- A culpa não desaparece com um "não se sinta assim", mas com a elaboração profunda do que significa amar e deixar ir.
- A confiança não se impõe, mas se constrói na medida em que o familiar se sente seguro para expressar seus medos.
- A adaptação à nova rotina não é traição, mas a reinvenção do vínculo.
Por que o Apoio Terapêutico é Essencial?
Viver com a culpa e a angústia da internação de um ente querido sem suporte emocional é um caminho pavimentado com insônia, irritabilidade, somatizações e, muitas vezes, depressão.
O atendimento psicanalítico para familiares oferece:
1. Validação: Seus sentimentos são legítimos. Acolher a culpa é o primeiro passo para transformá-la.
2. Reorganização: Ajuda a reestruturar a vida pessoal e profissional sem o peso do remorso.
3. Fortalecimento do vínculo: Ensina a transformar a visita ao ente querido em um momento de qualidade, em vez de um rito de penitência.
4. Prevenção: Evita o adoecimento do cuidador que, muitas vezes, se esquece de si mesmo.
Sua Dor Tem Endereço, e Ele é Aqui
Se você está lendo este texto e sente um nó na garganta, saiba que você não está sozinho. A decisão que você tomou ou está prestes a tomar não define o amor que você sente.
Permita-se ser acolhido. Permita-se falar sobre o que te assombra em um espaço onde não há julgamentos, apenas a escuta atenta de alguém que compreende, com a mente e com o coração, a complexidade dessa jornada.
Agende uma conversa. Vamos juntos transformar a culpa em compreensão e o medo em serenidade. Porque para cuidar bem de quem você ama, você também precisa estar inteiro.
“Cuidar de quem se ama também é saber a hora de pedir ajuda.”